quarta-feira, 7 de outubro de 2015

QUASE o meu barco ideal - 2

Encontrei mais um veleiro com os meus requisitos (casco de alumínio, mastreação aerorig e com mais de 50 pés). PORÉM, comparando com o "Mona Lisa", 8 anos mais velho, 10 pés maior e USD 750.000,00 mais barato. Uma beleza, pena que não aceitam minha coleção de CDs ou meus times de botões na troca.



Mais informações: http://www.yachtworld.com/boats/1991/Custom-Aero-rig-Cruiser-2749928/United-Kingdom#.VhXOLhNViko

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

1 Apartamento e 1 casa na praia ou 1 veleiro? Eis a questão.

Hoje, se eu tivesse dinheiro suficiente para comprar um apartamento confortável na zona sul do Rio de Janeiro e uma casa na praia, em Angra ou Búzios, eu escolheria comprá-los ou compraria um veleiro para morar nele? Ainda não fiz essa conta, e acredito que cada uma das alternativas tenha seus prós e contras, mas acredito que optaria, sem pestanejar, por um veleiro. A vida certamente seria mais "móvel", mais aventureira, mais espartana, mais prática e com menos supérfluos, menos acumulação de coisas, e menos inutilidades. Seria muito menos "material" e mais racional. To be determined.

QUASE o meu barco ideal

Acidentalmente encontrei um projeto que se aproxima do meu ideal de barco. Um 61 pés, casco metálico (alumínio), com mastreação Aerowig e pilothouse, chamado Mona Lisa. Se considerarmos o histórico do dono, esse foi o segundo veleiro dele com essa combinação. O primeiro foi o Paratii 2, construído pelo Amyr Klink, para uma de suas aventuras em solitário. Em outras palavras, é um belo barco que pode ser facilmente navegado por uma única pessoa.

Possivelmente eu alteraria algumas coisas no projeto original, por exemplo: uma coberta principal com suíte, maior, com acesso rápido ao pilothouse; ao invés de uma coberta grande adicional, duas cobertas menores dividindo um banheiro separado entre banho e vaso, cada um com uma pia; calefação adicional à combustão; sistemas alternativos de geração de energia (solar e eólica); pelo menos duas portas estanques, uma no acesso principal pela popa, e outra a meia-nau. Também incluiria alguns itens de segurança voltados para a navegação solo, como um acesso mais fácil pela popa, para retorno à embarcação no caso de homem ao mar; cabos laterais de segurança, um em cada bordo, da proa a popa. Enfim, se é para ser a minha casa, precisa ser do meu jeito.

Mais sobre o Mona Lisa: http://www.yachtmonalisa.com/ e com preço http://www.sailboatlistings.com/view/7975

Algumas fotos....


quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Aos poucos. Retomando.

Muita coisa mudou na minha vida desde que passei por aqui a última vez. Coisas boas e outras não tão boas aconteceram. Estranhamente são as últimas que me fizeram refletir novamente sobre o que eu pretendo fazer nos próximos anos. Cada vez mais me vejo deixando a terra rumo às aventuras, sem rumo certo, para viver novas experiências. Me vejo indo, num interminável gerúndio, sem data de retorno. A idéia de ir até encontrar um lugar para chamar de meu me apetece. Pode ser um canto desabitado num arquipélago não mapeado ou mesmo uma pequena marina no Mediterrâneo. Enfim, movido por uma série de perguntas mal formuladas para as quais ainda não consigo esboçar uma tentativa de resposta, há algumas semanas voltei a pesquisar sobre barcos. Minha dúvida persiste: aço ou alumínio. Parece-me que a conclusão virá pelo tamanho do barco. Se acima de 40 pés, a escolha recairá para o alumínio. Se acima de 50, para o aço. Entre um e outro, o famoso tanto faz, dependendo do projeto e do estaleiro. Bem, não é muito para compartilhar, mas é o suficiente para abandonar o estado inicial e romper a inércia. Até a próxima, espero que não demore tanto tempo.

sábado, 9 de agosto de 2014

Pausado, não parado, muito menos cancelado.

Não, não interrompi o projeto. Estou apenas cuidando de outras tarefas mais importantes no momento. Por este motivo não tenho passado muito por aqui. Hoje me deparei com um vídeo que me fez pensar muito (e novamente) sobre como a vida pode ser mais barata, mais simples, mais feliz e prazerosa: http://www.theatlantic.com/video/index/374880/living-alone-on-a-sailboat/

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Devagar, devagarinho.

Não passo por aqui há alguns meses. O projeto está "bem" devagar no momento, pois ando bastante ocupado com assuntos pessoais mais urgentes e delicados. A fila de tarefas só aumenta, o que não ajuda, e faz com que eu precise priorizar meu tempo para dar conta de tudo. Resultado, a diversão foi colocada para escanteio e com ela o "velejo". Bem, justiça seja feita, eu velejei no Rio Boat Show em abril passado, mas não estava no "comando" do Hanse 575 que estive a bordo com o amigo Trovão, enquanto ele fazia uma matéria para a Revista Náutica. Ou seja, tirando o "passeio", que foi muito bom, de resto um total marasmo no que diz respeito à vela e assuntos correlatos. Enfim, espero ter notícias mais interessantes antes do final do semestre.

sexta-feira, 7 de março de 2014

Mais duas interessantes.

Depois de quase 30 dias, minha vida está voltando ao normal. Estou sem velejar desde a primeira semana de fevereiro, mas desde ontem tenho endereço próprio e um teto sobre a minha cabeça, que aos poucos está se transformando no meu lar. 

Ainda faltam ajustes, mas com paciência eu chego lá. Nada diferente do que a minha vida sempre foi: uma série de desafios, mas sempre enfrentados com muito bom humor, pragmatismo e com a ajuda de bons amigos. Enfim, bola pra frente que o projeto também precisa andar.

Já escrevi sobre o perigo que os contêineres perdidos em alto-mar representam para os velejadores. Tal fato foi muito bem capturado pelo filme "All is lost" que, infelizmente, não teve o reconhecimento merecido. Desta vez, trago um relato feito pela Helosia Shurmann sobre o assunto. Vejam o link: http://www.expedicaooriente.com.br/blog/conteineres-ao-mar-perigo-para-a-navegacao-por-heloisa-schurmann/

Outra matéria interessante, desta vez sobre capitães, cuja imperícia e o excesso de confiança, acabam colocando em risco a embarcação e toda a sua tripulação. A matéria está em francês, mas o vídeo mostra bem a situação. http://www.voilesetvoiliers.com/ca-vous-est-arrive/cote-basque-espagnole-entree-de-port-catastrophe-zumaia/